sexta-feira, 30 de julho de 2010

Casa tradicional CASTREJA - Museu de Castro Laboreiro












Pastoreio de Cubalhão a Lamas de Mouro

Dona Maria Alves, pastora da aldeia de Cubalhão, Melgaço, bem no alto da serrra da Peneda, leva o seu rebanho de cabras e ovelhas, que ultrapassam as duas centenas de cabeças, aos primeiros sinais de luz solar, pela serra acima.
Disse-me esta simpática castreja, que ainda há dias viu uma loba com duas crias.
Questionada sobre o mal que os lobos fazem ao rebanho, bem soube dizer, que apesar de o estado pagar pelas mortes do gado causadas pelos lobos, demoram cerca de um ano a pagar a indemnização. - É muito tempo para pagar os prejuízos, se estivesse-mos à espera do subsídio, bem morreria-mos à fome.
Desabafou Dona Maria Alves, sempre com o seu ar cordeal.
Aqui uma amostra do rebanho, pastando no alto da serra.

terça-feira, 27 de julho de 2010

LAMAS de MOURO

Isto é realmente natura, encontrada em Lamas de Mouro - Castro Laboreiro.
Urge preservar estes recantos únicos de Portugal.

domingo, 25 de julho de 2010

Natureza e gente castreja

Branda de Gorbelas
Encravada na encosta da montanha, este povoado castrejo de verão, resiste aos tempos modernos, na sua subsistência agrícola e de pastoreio.

Não, não é um homem. É uma senhora de idade avançada, que carrega este monte de feno para o gado, que irá dar-lhe sustento para a sua família.
Caminhando pelos caminhos pedrosos da Branda, estas senhoras de trabalho árduo, sempre vestidas de negro, labutam nos campos veraneios.

Dona Dina Rodrigues, posou para a fotografia, depois de uma conversa agradável sobre a vida do campo em Rodeiro, Castro Laboreiro.

Esta fonte de energia limpa, que descaracteriza a região, põe as populações em estado de espera.
Quando virá o dia da energia barata para estas populações serranas?
Os garranos pastam tranquilos nos prados castrejos. Tudo isto é natureza, que nos leva a pensar, por quanto tempo poderá sobreviver este tesouro de Portugal.
Beleza das terras no alto minho e de suas populações corajosas que se perdem no tempo.








sábado, 24 de julho de 2010

Rio Minho - Messegães



Entre Monção e Melgaço, fica a povoação de Messegães banhada pelo rio Minho.
Aqui o Minho mostra todo o seu esplendor, serpenteando pelas belezas inconfundíveis da região do Alto Minho.
Uma gaivota isolada, desfruta a calma deste lugar, onde só o deslizar das águas, deste maravilhoso rio, quebra o silencio

quarta-feira, 21 de julho de 2010

REFLEXOS III

A vida espelha os nossos sentimentos, ramifica-nos os pensamentos e todo um conjunto de decisões, que marcaram o nossa forma de encarar os acontecimentos.


quinta-feira, 15 de julho de 2010

28ª Feira do livro de Barcelos

Quarta-feira dia 14 de Julho de 2010
às 22:25 horas - lançamento do livro
«O Chalé de Cork»
de QUITO ARANTES






quarta-feira, 14 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

Entrevista à minhoactual.tv

Entrevista à TV online http://www.minhoactual.tv/

18º Agenda actual

2 OLHARES - Exposição de Fotografia Francisco Arantes/ Sofia Carvalho

Biblioteca Municipal de Barcelos até 31 de Julho 2010

domingo, 11 de julho de 2010

Um passeio pelas margens do rio Neiva - PANQUE



Por mais que visite este lugar, nas margens do rio Neiva, encontro sempre algo de maravilhosa que a natureza nos oferece. É só uma questão de observar, com corpo e alma, aquilo que me rodeia, e sentir a natura em todo o seu esplendor.
Estava um dia quente, com uma ligeira brisa, que ajudava a suportar aquele calor do pico de verão. No meio da transpiração dos nossos corpos, a natureza oferecia os seus bens para nos refrescar o corpo e a alma. Foi uma tarde de carregamento de baterias para voltar ao stress citadino.


quinta-feira, 8 de julho de 2010

EXPOSIÇÃO de FOTOGRAFIA 2 OLHARES

Visite a Exposição de Fotografia 2 OLHARES
Biblioteca Municipal de Barcelos.
Patente ao público até ao dia 31 de Julho
AUTORES:
FRANCISCO ARANTES/ SOFIA CARVALHO




sábado, 3 de julho de 2010

Duas realidades diferentes - Esposende - Apúlia

Separadas por apenas dois quilómetros, podemos observar realidades bem diferentes, no apoio aos pescadores da pesca artesanal, que lutam pela sobre vivência nos dias de hoje.
Enquanto que os pescadores de Apúlia fazem-se ao mar sem qualquer tipo de protecção costeira, onde o mítico edifício de Socorros Náufragos, está ao abandono e desactivado, contrasta com Esposende, com o edifício totalmente recuperado e activo, assim como o porto de pesca.
Pode ser estas diferenças de condições de trabalho, que muitas vezes provoca a insegurança e riscos de uma profissão.